Horóscopo em várias culturas.

•Setembro 28, 2008 • 1 Comentário

Eu tava lendo o blog da Ju hoje, e tá mto legal o post sobre os horóscopo, que ela escreveu.
Inclusive eu gostaria de mencionar que o fato de ela ter inciado o texto com a frase do tipo “não acredito muito em hsróscopo” ou variações do mesmo gênero, é bem indicativa do contrário….. joking!
Bem, eu adoro horóscopo, não achei nenhuma explicação racinonal pra acreditar, mas como a justificativa empírica é forte, ou seja, eu sou o protótipo do meu signo, me sinto autorizada a dar um pouquinho de crédito a toda essa história.

Ademais, como eu sempre digo: há os que acreditam em coelhinho da páscoa, outros em Saci, alguns em deus e há ainda os que acreditam nas forças benéficas da auto regulacão dos mercados, pois bem, me deixem com o meu horóscopo, que já se provou bem mais confiável e democrático do que o resto das crenças.

Outro ponto favorável a esse notável arcabouço de conhecimento exotérico é que versões dos “signos” existem em quase todas as culturas – orientais e ocidentais – dá pra acreditar nisso??? O mais sugestivo é que as datas que correspondem aos “signos” guardam características similares em todas essas culturas, diga-se: cigana, ocidental, chinesa, japonesa, nórdica, etc. Isso quando se observa a mesma sistematização de datas. Claro que o horóscopo chinês, baseado num sistema anual não pode ser comparado com o nosso horóscopo mensal, que divide o ano em 12 signos, mas esse pode ser comparado a sistemas parecidos, como o cigano, por exemplo. Bom, chega de teses acerca do tema – o que me deixa feliz é que se eu consigo tecer comentários convincentes acerca dos signos, tenho uma esperança de conseguir redigir meu TCC.

Então, voltando à queridíssima Ju, ela postou no blog dela o signo dela no horóscopo viking, druida e japonês, e eu tb vou fazer isso aqui, as características deles são bem parecidas, mais uma vez tenho subsídios para considerar a sabedoria exotérica mais confiável do que as teses do mercado livre e até do que o papai noel.

Aí vai:

Horóscopo Viking

Sábado: Deusas do Destino Nornes –Urd, Verdandi e Skuld
Deusas do Destino Nornes –Urd, Verdandi e Skuld

Deusas Nornes – Urd, Verdandi e Skuld: este dia é governado pelas Nornes. As Nornes são um clã de deuses da mitologia nórdica. A sua função é controlar a sorte, o azar e a providência. Elas também zelam pelo cumprimento e conservação das leis que regem as realidades dos homens, dos deuses, dos elfos/duendes, dos anões, dos dragões e de todos os seres míticos. Vivem protegidas por um dos ramos da árvore Yggdrasil, junto a um lago. O clã possuí apenas três integrantes, todas entidades femininas que a saber são:Urd, Verdandi e Skuld. Elas e representam o passado, o presente e o futuro, respectivamente. Urd é a guardiã do passado e é representada por uma criatura humana de idade extremamente avançada. Dentro de suas obrigações está guardar os mistérios do passado e não fornecer as chaves dos segredos antigos. Verdandi era encarregada do presente. É representada na forma de uma mãe e tudo que acontece é tecido por seus pensamentos. Ela representa o movimento, a continuidade. Skuld é a guardiã do futuro. Ela é representada na forma de uma virgem. Profecias e adivinhações estão relacionadas à ela. Skuld detém o controle de uma das maiores forças do universo: o Destino. As três têm poder sobre o destino. Os nascidos nesse dia têm muita sorte.

Obs: Tá, esse aí tá bem forçado, quem me dera se eu conseguisse prever o fururo, meu deus, já tinha ganho pelo menos a rifa da formatura da faculdade…

Horóscopo Druida

Sua Árvore é:
Cajueiro

CAJUEIRO
22 a 31 de março e 24 de setembro a 3 de outubro
Os nativos de cajueiro são sensíveis e afetivos, têm enorme capacidade de amar e de fazer sacrifícios para ajudar os outros. Ao redor deles sempre há uma atmosfera de magia, que fascina. Sutis e intuitivos, percebem as coisas no ar e detectam o que está para acontecer antes de todo mundo. São também generosos no amor.

Obs: muito auto-complacente e bonzinho demais, e de novo esse história de antever o futuro, será q só eu não me dei conta disso ainda

Horóscopo Japonês

Cachorro
Inu

Características Gerais do Signo
O nativo do Ano do Cachorro é o signo que se faz amar naturalmente. Afinal, quem resiste a um cãozinho balançando o rabo? Principalmente, quando é honesto, inteligente e leal. No geral, são muito atraentes e vigorosos, e não conseguem ignorar um pedido de socorro de quem quer que seja. Às vezes protegem os interesses alheios mais ferozmente que seus próprios interesses. Um nativo do Ano do Cachorro raramente abandona o lar, e quando o faz, é por que as coisas realmente vão mal.

Obs: esse é o mais legal, afinal, quam não quer sem honesto, inteligente, leal e atraente???

Descubram os seus, até mesmo aqueles que “não acreditam em signos”, ninguém precisa saber…

Eu já sabia!!!

•Setembro 22, 2008 • Deixe um comentário

Faz cerca de um ano que eu digo e repito que o ex-metalúrgico abusado elege quem ele quiser. Tá fazendo a campanha da Marta bombar em SP, todos os candidatos a prefeito do país querem sair bem na foto, isto é, tirar uma lasquinha do troféu que é o nosso presidente.

Nas eleições pra presidente e governadores, em 2010, não vai ser diferente. Claro que a torcida do Flamengo, do Corinthians e do Gremio já se deram conta disso. Mas tem sempre os incrédulos que preferem não ver, não pq esteja difícil, mas porque preferem negar a realidade. A verdade é que se se pode atribur a alguma pessoa, atualmente, qualidades de um fenômeno, que me perdoem os Ronaldinhos, mas o Lula deixou-os pra trás há tempos.

Governo do presidente Lula atinge melhor avaliação desde 1998, diz CNT/Sensus

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GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou em setembro deste ano a melhor avaliação positiva na história da pesquisa CNT/Sensus, realizada desde 1998. Segundo a pesquisa divulgada hoje, o governo Lula recebeu avaliação positiva de 68,8% dos entrevistados, contra 6,8% que o avaliaram negativamente. Entre os entrevistados, 23,2% avaliaram o governo Lula como regular.

Na última edição da pesquisa CNT/Sensus, em abril deste ano, a avaliação positiva do governo era de 57,5% –um crescimento de mais de dez pontos percentuais. A avaliação negativa foi de 11,3% em abril, enquanto a regular chegou a 29,6%. Em janeiro de 2003, a avaliação do governo chegou a 56,6%, depois registrou queda. Mas voltou a crescer desde o início deste ano, já em seu segundo mandato.

A avaliação pessoal do presidente Lula também subiu de 69,3% para 77,7% entre abril e setembro deste ano. Somente 16,6% desaprovaram o presidente, enquanto 5,7% não responderam. Os índices de popularidade de Lula só perderam, em setembro de 2008, para as avaliações de sua popularidade registradas em 2003 –o ano em que foi empossado no cargo– quando obteve 83,6% de aprovação.

O diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, disse que a popularidade recorde do governo Lula é conseqüência de políticas adotadas nas áreas econômica e social. “Isso repousa na economia e na redução dos problemas sociais, estabilidade econômica, poder de compra e salário mínimo. Se criou uma estabilidade no campo econômico validada com a presença do vice-presidente José Alencar no governo, que é empresário”, afirmou Guedes.

Na avaliação do diretor do Sensus, a popularidade do presidente Lula mostra que ele se tornou o maior cabo eleitoral do país. “Ele é o grande cabo eleitoral, tem força de transferência de voto, mas o candidato tem que ser palatável politicamente”, afirmou.

A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 15 e 17 de setembro em 136 municípios de 24 Estados. Foram ouvidas 2.000 pessoas A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou menos

Quebrando paradigmas!

•Setembro 17, 2008 • 1 Comentário

NEM TODA A MULHER NASCEU PRA SER MãE

NEM TODO O LADRãO E INSENSíVEL

Ladrão de carro encontra criança dormindo no

banco traseiro

Bandido avisou a polícia sobre o local onde deixaria o automóvel

Atualizada às 09h17min

Depois de furtar um carro nesta madrugada em Passo Fundo, no norte do Estado, um ladrão percebeu que uma criança dormia no banco traseiro e ligou para a Brigada Militar informando onde abandonaria o carro. O automóvel foi encontrado com o menino de cinco anos ainda dormindo. A mãe e seu companheiro estavam em um bar. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) da cidade e será investigado pela 2ª DP.

Por volta das 2h, o bandido levou um Monza azul ano 1983 que estava estacionado próximo do número 897 da Avenida Brasil, no centro de Passo Fundo. Minutos depois, percebeu a criança dormindo no banco de trás. Ligou para o 190 e informou que deixaria o carro na Rua 7 de Agosto, 488, no bairro Operário. Segundo o oficial do 3º Regimento de Polícia Montada que atendeu a ocorrência, o ladrão teria reclamado da irresponsabilidade do casal.

Quando a Brigada Militar encontrou o Monza, o garoto ainda estava dormindo. Como o carro estava com documentos vencidos, acabou sendo guinchado. A criança foi levada para a DPPA, junto com a mãe e seu companheiro, encontrados em um bar no Centro. O plantão do Conselho Tutelar da Microrregião 2 foi acionado.

Na delegacia, foi registrada ocorrência de furto. Conforme o plantonista da DPPA, o menino foi embora com a mãe, mas ela deveria se apresentar às 10h no Conselho. Contatada pela reportagem às 7h, a plantonista do Conselho preferiu não falar sobre o caso. Disse que seria tratado pela coordenação ao longo do dia.

O ladrão não foi encontrado. O caso foi encaminhado para a 2ª DP de Passo Fundo.

Meu “ídolo”!!!

•Setembro 11, 2008 • Deixe um comentário

Nunca tive, nem nunca gostei dessa história de ídolos, nem na adolescência, quando as paredes do quarto da minha irmã era tomadas de pôsteres do New Kids on the Block, eu abri uma exceção. Na verdade,  sempre achei aquilo tudo bem ridículo, principalmente no dia em que o meu pai mandou ela tirar tudo da parede porque precisavam pintar o quarto!

Falando em pai, abri uma exceção nessa coisa de ídolos sim, meu pai é nosso grande exemplo, um ídolo, eu diria.

Agora, depois de “velha” tenho alguns ídolos. Nessa idade a idolatria não exige gritos frenéticos e tribos seguidoras do mesmo modelo, mas o reconhecimento de conhecimento, inteligência sensibilidade  e humildade acima da média.

Claro que me identifico com as idéias dos meus ídolos, alguns deles são professores da universidade, outros são pessoas com quem falo durante os dias, que dizem coisas de maneira simples, mas com um significado imenso.

Se há algo na idolatria que foge totalmente das explicações racionais, existe também razões de fato por que admiramos uma pessoa.

Então vou falar de um cara que eu admiro muito, é o Ministro da Suprema Corte Argentina, (o que equivaleria ao Ministro do STF no Brasil) Raul Eugênio Zaffaroni. É um dos juristas e doutrinadores penais que me acompanhou por toda a faculdade de Direito, e vai continuar eternamente comigo. Foi me apresentado por outro grande Ídolo, o Professor de Penal, vulgo Tupi.

Por certo não vou abarrotar o blog com teorias penais, como o garantismo ou o finalismo (ecaaaaaaaaaaa), mas vou transcrever aqui uma entrevista que o Zaffaroni deu ao jornal Estado de São Paulo. Na entrevista, dentre outros assuntos ele aborda os temas da redução da maioridade penal, da lei da anistia e a questão das algemas.

Não existe nada mais instrutivo do que ler algo escrito – ou falado – por alguém que REALMENTE SABE DO QUE ESTÁ FALANDO, porque estudou pra adquirir as informações e o conhecimento.

O mais admirável, porém, é que, quanto mais se sabe sobre o que se está falando, mais é possível simplificar e democratizar o discurso.

Sem mais delongas, transcrevo a entrevista do Ministro Prof. Zaffaroni.

OBS: cumpre informar que, além do time de futebol, os argentinos têm um ministro do Supremo que põe o nosso no bolso!!!

Ministro da Suprema Corte argentina critica onda punitiva

Quanto mais descemos na escala social, mais repressivo fica o discurso. A afirmação é do ministro Eugenio Raúl Zaffaroni, da Suprema Corte da Argentina, ao criticar a onda punitivista que cresce em todo o mundo. Em entrevista concedida à Folha de S.Paulo, publicada neste domingo (7/9), o ministro aponta que a orientação punitiva no Direito Penal é um equívoco.

Segundo ele, querem criminalizar toda a adolescência. Zaffaroni afirma que misturar meninos e adultos nas cadeias só resultará em um coisa: “teremos mais meninos violados”. E acrescenta: “Não sei se não me tornaria um assassino se tivesse que viver em uma cadeia”.

O ministro participou de seminário no Instituto Brasileiro de Ciência Criminais, o IBCCrim, ocasião em que concedeu entrevista à Folha. O texto é assinado pela jornalista Flávia Marreiro. Recentemente, Zaffaroni também participou de evento do Instituto Carioca de Criminologia, ocasião em que criticou o excesso de prisões cautelares.

Zaffaroni, que votou pelo fim da anistia para crimes na ditadura militar, também falou à Folha sobre o uso de algemas. Ele explicou que as garantias sempre avançam porque o poder punitivo atinge um VIP, mas que “o poder punitivo não dá direito a expor ninguém com algemas”. Para ele, não pode haver VIPs e não VIPs.

Ainda na entrevista, Zaffaroni falou da discussão no Brasil a respeito da imprescritibilidade do crime de tortura, defendeu que os governos esquerdistas de Bolívia e Equador, que preparam novas Constituições, são parte da “segunda onda de alargamento da cidadania” na região. De acordo com ele, a primeira veio com o varguismo e o peronismo.

Leia entrevista concedida à Folha de S.Paulo

No Brasil, setores do governo defendem o fim da lei anistia. Mas críticos dizem que revogá-la é decisão política revanchista

Eugênio Raúl Zaffaroni — As decisões são jurídicas. Se só se trata de julgar fatos políticos, não tem sentido. Mas, se houve crimes de lesa humanidade, nenhum país do mundo pode fazer-se de desentendido sem violar o direito internacional. Nossos países assinaram tratados internacionais do tema.

Bolívia e Equador preparam Constituições muito mais detalhistas que as atuais, com diretrizes de política econômica, por exemplo. São esses textos um acertado produto de seu tempo ou Cartas excessivamente políticas fadadas a não ter aplicabilidade?

Zaffaroni — Toda lei é fruto de um momento político, é resultado de uma experiência. A experiência, neste caso, é a maneira como foram eludidas as garantias estabelecidas pelas Constituições anteriores. Nós na América Latina temos uma característica que não podemos negar. Somos povos não muito acostumados ao respeito às instituições.

Por que motivo?

Zaffaroni — porque, à diferença dos países europeus, as nossas leis muitas vezes reconheceram direitos inscritos em leis que não resultaram de lutas. Pegamos a Constituição dos EUA, arrumamos alguma coisa e pronto. Quando fizemos nossas Cartas de Repúblicas, tínhamos uma realidade quase feudal. Depois, a nossa cidadania foi se alargando no curso do século 20 por meio dos populismos. E o que são? Movimentos populares, às vezes contraditórios, às vezes autoritários, muitas vezes personalistas, mas que alargaram a cidadania. Perón na Argentina, Vargas no Brasil. As instituições não nascem com a lógica que os juristas queriam. Nascem como a política quer. Estamos numa segunda onda de alargamento da cidadania depois de sofrer as conseqüências de uma onda contrária, assassina, genocida nos anos 90. É o momento de pensar como institucionalizar alguns pontos, mas com a consciência de que a desconfiança de nossos povos com as Constituições não é gratuita. Quanto à questão de política econômica, ela deve ser orientada constitucionalmente , para evitar o que sofremos em vários países na década passada.

Com a criminalidade como um problema grave na região, cresce o clamor por mais punição, pela diminuição da maioridade penal. O sr. é crítico das duas coisas?

Zaffaroni — A vitimização tem uma distribuição tão injusta como a criminalização. Na medida em que eu posso pagar segurança pessoal, faço. Então vamos deteriorando as polícias e o mau serviço fica para os mais pobres. Quando fazemos pesquisas, vemos que, quanto mais descemos na escala social, mais repressivo fica o discurso, porque têm a experiência da violência. Vitimizados e criminalizados são pobres, além da polícia. Os policiais vêm dos extratos baixos, vão para a rua ganhando pouco, numa estrutura militarizada sem direito a sindicalização. São alvos ambulantes. Seus direitos são tão violados quanto os dois primeiros grupos. A idéia é: matem-se entre si. O controle social age aí. A quem interessa controlar mais? Aos mais jovens. Criminalidade não é coisa de velhos. O Estado mata os velhos de outro jeito, tira a Previdência social. Querem criminalizar toda a adolescência. É verdade que temos adolescentes assassinos, mas a maioria é de autores de furtos e roubos, crimes contra a propriedade. Misturem meninos e adultos nas cadeias e teremos mais meninos violados. Causará surpresa se se tornam assassinos? Não sei se não me tornaria assassino. Depois, há uma grande incoerência. Se quisermos que uma pessoa seja responsável criminalmente aos 14 anos, por que não civilmente? Para assinar um contrato? Ou votar? Ou escolher a opção sexual. Não, nada disso. Só penalmente.

Como teórico da seletividade do sistema penal, como vê o debate no Brasil gerado pelo uso de algemas em banqueiros e políticos?

ZaffaroniAs garantias sempre avançam porque o poder punitivo atinge um VIP. Essas prisões servem para dizer: olha, essa sociedade é igualitária. Embora o VIP que cai no sistema penal seja aquele que perdeu a luta de poder contra outro VIP. O poder punitivo não dá direito a expor ninguém com algemas, mas neste caso não pode haver VIPs e não VIPs.

Revista Consultor Jurídico, 7 de setembro de 2008

Eu tenho que escrever…

•Julho 23, 2008 • 1 Comentário

“Piiii and the city”…countdown!!!

•Maio 21, 2008 • 2 Comentários

 

Depois de as meninas terem sua estréia em Londres, com várias críticas que se referiam, basicamente aos trajes que elas usavam, foram para Israel, onde não faltou polêmica também.

Ao que parece os israelenses têm problemas com a palavra “sexo”, por isso a empresa que divulga o filme por lá, não permitiu que no nome do filme constasse o vocábulo “sex”.

Eu, no meu ateísmo, acho isso uma besteira, mas não tenho noção do que essa palavra pode causar num israelense.

Só acho que não existe  nome pro filme que não  inclua a palavra sexo.

… and the city é que nem piu-piu sem Frajola…

Falta 15 dias pra estréia de SEX AND THE CITY no Brasil, eu e a Nê vamos!!!!

Por que Laura?

•Maio 19, 2008 • Deixe um comentário

Mais um pouquinho de literatura…..e mais um pouquinho de Laura.

“o nome de Laura equivale a Aurora, Louro, Laurea, ou bem num artifício que já havia agradado a Arnaud Daniel, um nome oculto em Aura. O soneto “L’aure che ‘l verde lauro e l’aureo crine” é uma complacência fónica com o nome da sua “dona”, e um outro soneto, “L’aurea mia sacra al mio stanco riposo” joga conjuntamente com o sentido próprio de aura e com o do nome amado.

O encontro de Petrarca com Laura na Igreja de Santa Clara é datado de 6 de Abril de 1327, ano em que alguns críticos fazem nascer o humanismo. Exactamente 21 anos depois, no mesmo dia, morria a musa, dando origem à segunda parte da obra do autor, intitulada “In morte de madonna Laura” pelo seu biógrafo Vellutello. É este quem fixa o texto poético de Petrarca e o associa a um percurso amoroso à revelia da ordem estabelecida pelo poeta toscano. A lenda é imposta à obra, e Laura torna-se uma entidade de “carne e osso”

três facetas da figura de Laura, a primeira, a “material”, que corresponderá à amada de Anfriso, na sua fase primitiva, funcionando como “dona” poética mais do pastor que do narrador, e relacionável com o primeiro estádio do caminho para o desengano: Vénus/Primavera; a segunda, a Laura imperial, ainda relacionada com Anfriso, mas metáfora de um anseio de carácter político: é Diana/Astreia; a terceira, já  de carácter sagrado e/ou filosófico seja qual for a perspectiva adoptada (católica ou gnóstica) sempre cristianizada em que Laura se torna hipóstase do conhecimento: a divina Sofia ou a Ideia neo-platónica. Aqui ainda com uma dupla hipótese decorrente da divisão entre “l’aura gentil” e “l’aura popularis” de Petrarca, sob a figura de Ennoia, ou sob a figura da Pistis Sofia do Valentinianismo.”

Soneto

            Longe de Laura inveja a região que a possui
 

Nem ave em ninho ou fera em selva obscura
Houve triste como eu no apartamento
Desde que se afastara o encantamento
Do sol que o meu olhar sempre procura.
 
Tenho o pranto por única ventura,
É dor o riso e absinto o mantimento,
E eu vejo turvo o claro firmamento,
E o leito é campo de batalha dura.
 
O sono é na verdade qual se diz
Irmão da morte e o peito nosso priva
Deste doce pensar que sempre o aviva.
 
Só no mundo felice e almo país
Verdes ribas e flórido recanto,
Vós possuís o bem que eu choro tanto.

                                                                                    Petrarca
                                                                  (Tradução de Almansur Haddad)

 

fonte: http://www.fcsh.unl.pt/docentes/hbarbas/tagarro/L-4000PoesiaHist.htm

A vida íntima de Laura

•Maio 18, 2008 • 5 Comentários

 

Tem uma categoria no meu blog que se chama “a vida intima de Laura”, isso porque quando eu era bem pequena, tinha uns 7 anos, ganhei um livrinho da madrinha da minha irmã, a “dinda Valquíria”. O livro se chamava “a vida íntima de Laura”, esse livro é da Clarisse Lispector, e é claro que do alto dos meus 7 anos de vida eu ainda não sabia quem era aquela senhora.

O livro conta a vida de uma criatura chamada Laura -  por isso acredito que as “Laurinhas” devem ganhar mto esse livro. Ocorre que a Laura em questão é uma galinha, e eu sempre tive – e ainda tenho – MEDO de galinhas. Hoje em dia eu sei que isso é um tipo de fobia, naquele tempo era horror mesmo!!! Nós tinhamos galinhas e garnizés em casa, e eu nem chegava perto, se vinha um daqueles bolos de pena com bico pro meu lado eu saia correndo como quem corre de uma alma penada. Quando eu queria comer melancia, em Rondinha, era um martírio, pq eu adoro melancia, mas, ao que parece as galinhas também, e elas ficavam em roda da mesa esperando cair uma semente, e eu entrava em pânico. Teve uma vez também, que o cachorro da vizinha entrou no pátio da minha casa e massacrou um galo que tinha lá, o pobre do galo não morreu, mas ficou com o pescoço em carne viva, olhar pra ele era a visão do inferno. No fim ele teve que ser sacrificado, devia estar sofrendo muito, coitado.

Voltando ao livro, quando olhei pra capa e vi que deram o meu nome pra uma galinha, aquilo já me causou aversão, mas o pior estava por vir, no interior do livro. Lá pela terceira página eu dou de “olhos” com essa frase:

“Outra verdade: Laura é bastante burra. Tem gente que acha ela burríssima, mas isto também é exagero: quem conhece bem Laura é que sabe que Laura tem seus pensamentozinhos e sentimentozinhos. Não muitos, mas que tem, tem Só porque sabe que não é completamente burra ela fica toda prosa e boba. Ela pensa que pensa. Mas em geral não pensa coisíssima alguma.”

Todo o mundo sabe como são as crianaças, não sabem???

Naquele momento eu fiquei muito decepcionada, além de ser uma galinha eu era a galinha mais burra do mundo!!!

Eu não terminei de ler o livro, larguei pra sempre – o sempre de uma criança - e dei pra alguém – que não se chamava LAURA, é claro.

Hoje, ainda tenho horror de galinhas, se elas chegam perto de mim não posso mais sair correndo – acho que essa era uma prerrogativa da Laurinha criança – mas eu vou me afastanto bem discretamente, torcendo pra galinha não cismar comigo.

Sobre o livro, tenho uma opinião bem diferente da que eu tinha, acho uma obra prima para crianças, nem poderia ser diferente, porque os pequenos foram honrados com um livro da Clarice Lispector, que não subestima a inteligência de ninguém, muito menos a deles.

Reli o livro e percebi que tem trechos muito instrutivos – para crianças que não tenham horror à galinhas – do contrário prefiram presentear com os livrinhos da Lya Luft, que tb são bons.

Aqui vão algumas partes do livro:

“A verdade é que Laura tem o pescoço mais feio que já vi no mundo. Mas você não se importa, não é? Porque o que vale mesmo é ser bonito por dentro. Você tem beleza por dentro? Aposto como tem.”

“Laura vive apressadinha. Por que tanta pressa, oh Laura? Pois ela não tem nada o que fazer. Esta pressa é uma das bobagens de Laura.”

“É assim vida íntima quer dizer que a gente não deve contar a todos o que se passa na casa da gente. São coisas que não se dizem a qualquer pessoa.”

“Vai sempre existir uma galinha como Laura e sempre vai haver uma criança como você. Não é ótimo? Assim a gente nunca se sente só.”

“Foi assim que Laura se viu entre galinhas desconhecidas e sem Luís. Depois tudo foi melhorando porque ela começou a arranjar amigas entre as galinhas e botou grande quantidade de ovos.”  

“Eu queria tanto que Laura soubesse falar. Ela ia dizer tanta burrice engraçada que só vendo.”

“Mas não é fácil explicar o gosto que se tem na boca. Por exemplo: experimente
explicar o gosto do chocolate. Viu como é difícil? É gosto de chocolate mesmo.”

“Só uma galinha é diferente delas: uma carijó toda de enfeites preto e branco. Mas elas não desprezam a carijó por ser de outra raça. Elas até parecem saber que para  Deus não existem essas bobagens de raça melhor ou pior.”

“— Ah, cacarejou Laura, os humanos são muito complicados por dentro. Eles até se sentem obrigados a mentir, imagine só.”

“Que bom ser protegida por um habitante de Júpiter, pensou Laura e começou a dormir de novo

 

 

 

 

“Não há diálogo com o pescoço na forca!”

•Maio 8, 2008 • Deixe um comentário

Nunca escrevi sobre ela nesse espaço, não por falta de admiração (que só faz aumentar) mas porque ela é uma mulher extremamente discreta, discrição essa, diretamente proporcional à competência.

Estou falando da ministrada Casa Civil, Dilma Rousseff. Dilma formou-se em economia na UFRGS, fez mestrado e doutorado em Teoria Econômica na Unicamp. Ocupou a secretaria de Minas e Energia nos governos Collares e Olívio Dutra, em 2002 foi nomeada para o Ministério de Minas e Energia do governo Lula, de onde, em 2005, se transferiu para a Casa Civil, quando o Ministro José Dirceu deixou o cargo.

Muito antes disso, nos idos da ditadura militar, época em que a população colocava a coragem e as opiniões sob os colchões, Dilma pegou em armas e lutou pela redemocratização do país, ficou presa durante três anos, sofrendo todo o tipo de tortura, prática usual naqueles tempos.

Dilma levou choques, foi para o pau-de-arara, foi queimada, etc, mas NUNCA entregou seus companheiros de guerrilha. Ela mentiu para os torturadores, mesmo sofrendo os mais atrozes suplícios. Por isso, foi chamada, pelos promotores militares, de “Joana D’arc da guerrilha”.

A Ministra, hoje, compareceu a uma sessão da Comissão de Infra-Estrutura do Senado, para responder a questões relativas ao PAC, mas como se previa a oposição massacrou Dilma com perguntas sobre o “dossiê” com gastos do ex-presidente FHC (“O Farol”). O senador José Agripino Maia (DEM-RN), numa atitude deplorável, questionou se a ministra também iria mentir na comissão como fez aos torturadores na época da ditadura. Nesse momento ela se sobressaiu, porque é em momentos de pura ignorância que as grandes personalidades, serenamente, esmagam os menores.

Nas palavras da Ministra, os fatos:

“Eu fui barbaramente torturada, senador. Qualquer pessoa que ousar falar a verdade para os torturadores, entrega os seus iguais. Eu me orgulho muito de ter mentido na tortura, senador”

“não há possibilidade de diálogo” quando se tem pela frente o “pau de arara, o choque elétrico e a morte”.

“O regime que permite que eu fale com os senhores não tem a menor similaridade [com a ditadura]. Nós estamos em igualdade de condições humanas, materiais. Não estamos no diálogo entre o pescoço e a forca, senador. Por isso acredito e respeito esse momento. Isso é algo que é o resgate desse processo que ocorreu no Brasil”.

Eles queriam massacrar Dilma e foram esmagados pela serenidade da Ministra. Ademais, quando perguntada sobre o que interessava, o PAC, ela demonstrou conhecimento e uma competência ímpares acerca dos problemas do país. Dilma tem, na ponta da língua, as necessidades e problemas estruturais de cada região do Brasil,  ela é tranqüila, preparada, articulada, educada. No que concerne à competência e transparência, a inquirida da comissão foi e é infinitamente superior a qualquer um dos senadores. Isso foi reconhecido pelo senador Suplicy, que ressaltou que não há um senador que conheça melhor que Dilma, a realidade brasileira.

Acho que acompanho a política desde os 7 anos, quando meus primos, minha irmã e eu ganhamos de presente da minha tia uma urna com cédulas de votação, feitas em mimiógrafo. Lembro bem que os candidatos contantes na nossa “cédula” eram os principais candidatos a presidente em 1989. Pois bem, desde aquela época, nenhum político conseguiu me causar a admiração, a confiança e respeito que a Dilma.

Era previsto que a oposição tentaria – e tentará – manchar a reputação da Ministra, mas além de tudo, ela é muito mais esperta do que aquela dúzia de urubus, que se preocupam em manter seus privilégios e não sabem a diferença de uma reunião num sistema democrático e de uma sessão de tortura.

Agripino Maia: A senhora mentiu na ditadura, mentirá aqui?

Ministra Dilma Rousseff:

Qualquer comparação entre a ditadura militar e a democracia brasileira, só pode partir de quem não dá valor à democracia brasileira.

Eu tinha 19 anos, fiquei três anos na cadeia e fui barbaramente torturada, senador. E qualquer pessoa que ousar dizer a verdade para os seus interrogadores, compromete a vida dos seus iguais e entrega pessoas para serem mortas. Eu me orgulho muito de ter mentido senador, porque mentir na tortura não é fácil. Agora, na democracia se fala a verdade, diante da tortura, quem tem coragem, dignidade, fala mentira. E isso (aplausos) e isso, senador, faz parte e integra a minha biografia, que eu tenho imenso orgulho, e eu não estou falando de heróis. Feliz do povo que não tem heróis desse tipo, senador, porque agüentar a tortura é algo dificílimo, porque todos nós somos muito frágeis, todos nós. Nós somos humanos, temos dor, e a sedução, a tentação de falar o que ocorreu e dizer a verdade é muito grande senador, a dor é insuportável, o senhor não imagina quanto é insuportável. Então, eu me orgulho de ter mentido, eu me orgulho imensamente de ter mentido, porque eu salvei companheiros, da mesma tortura e da morte. Não tenho nenhum compromisso com a ditadura em termos de dizer a verdade. Eu estava num campo e eles estavam noutro e o que estava em questão era a minha vida e a de meus companheiros. E esse país, que transitou por tudo isso que transitou, que construiu a democracia, que permite que hoje eu esteja aqui, que permite que eu fale com os senhores, não tem a menor similaridade, esse diálogo aqui é o diálogo democrático. A oposição pode me fazer perguntas, eu vou poder responder, nós estamos em igualdade de condições humanas, materiais. Nós não estamos num diálogo entre o meu pescoço e a forca, senador. Eu estou aqui num diálogo democrático, civilizado, e por isso eu acredito e respeito esse momento. Por isso, todas a vezes…eu já vim aqui nessa comissão antes. Então, eu começo a minha fala dizendo isso, porque isso é o resgate desse processo que ocorreu no Brasil. Vou repetir mais uma vez: Não há espaço para a verdade, e é isso que mata na ditadura. O que mata na ditadura é que não há espaço para a verdade porque não há espaço para a vida, senador. Porque algumas verdades, até as mais banais, podem conduzir a morte. É só errarem a mão no seu interrogatório. E eu acredito, senador, que nós estávamos em momentos diversos da nossa vida em 70. Eu asseguro pro senhor, eu tinha entre 19 e 21 anos e, de fato, eu combati a ditadura militar, e disso eu tenho imenso orgulho.

 

Dia do Trabalho!

•Maio 1, 2008 • 4 Comentários
 

Hoje,  dia 1º de maio, nessa nanocoletiva, da Paôla, da Lys e minha, gostaria de dar um pouco de atenção a pessoas que estão trabalhando, MAS QUE NÃO DEVERIAM ESTAR. Pessoas exploradas, pelo simples fato de exercerem um trabalho. Pessoas que sofrem com abrigações muito maiores do que podem e devem cumprir. Fruto da ganância de “empregadores” que muitas vezes são os próprios pais. E, em última análise, resultado de uma sociedade que fecha as janelas dos carros para os explorados que vedem doces nos sinais, e, ao mesmo tempo, para a dura realidade de que eles não deveriam estar ali.

Todo o trabalho infantil que não está abrangido pela lei do trabalho do aprendiz, é, além de trabalho infantil, trabalho escravo. Quem emprega crianças, normalmente o faz para trabalhos que exigem uma compleição física e uma responsabilidade muito maiores do que aquelas que elas podem arcar.

É chocante perceber que o sistema não poupa nem crianças. É triste perceber que um país como o Brasil ainda não implantou uma campanha de controle de natalidade séria, e que continuamos tendo filhos sem pensarmos em sua educação, saúde, lazer, etc.

O Brasil, dentro do ordenamento jurídico que disciplina as relações de trabalho, admite que nenhuma criança menor de 14 anos possa ser contratada. Dos 14 aos 18 anos o empregado é regido pela Lei do Aprendiz, que leva em consideração questões relativas à situação comum desses empregados, como o estudo e capacidade física, por exemplo.

Menores de 14 anos - à exceção artistas – não podem ser contratados, ou explorados. Mas, apesar de o desrespeito dessa norma configurar um crime, todos sabemos que não é observada, quer seja por empregadores, e pior, por pais.

O Brasil, ainda, é signatário de acordos e convenções internacionais que dizem respeito à ampliação dos direitos e garantias fundamentais. Nesse contexto, somos ordenados por dispositivos internacionais que beneficiam o trabalhador. As Convenções 138 e 182 da Oranização Internacional do Trabalho são exemplos de textos legais que disciplinam o trabalho infantil. Quer seja para adequá-lo à idade do jovem empregado, quer seja para abominar qualquer trabalho que não respeite a idade mínina estabelecida na legislação de cada pais. Além disso, o artigo 1º da Conveção 138, ordena que o Estado-membro “comprometa-se a seguir uma política nacional que assegure a efetiva abolição do trabalho infantil e eleve, progressivamente, a idade mínima de admissão a emprego ou trabalho a um nível adequadeo ao pleno desenvolvimento físico e mental do jovem.”

Ocorre que o trabalho infantl, nos países subdesenvolvidos, é fruto de uma realidade de miséria da população e as crianças tem papel importante na complementação da renda familiar. Em função disso a Convenção 182 estabeleceu “as piores formas de trabalho infantil”, na intenção de, ao menos, dirimir os maus-tratos que as crianças sofrem no trabalho.

Art. 3º da Convenção 182:

“Para efeitos da presente Convenção, a expressão “as piores formas de trabalho infantil” abrange:
a) todas as formas de escravidão ou práticas análogas à escravidão, tais como a venda e tráfico de crianças, a servidão por dívidas e a condição de servo, e o trabalho forçado ou obrigatório, inclusive o recrutamento forçado ou obrigatório de crianças para serem utilizadas em conflitos armados;
b) a utilização, o recrutamento ou a oferta de crianças para a prostuição, a produção de pornografia ou atuações pornagráficas;
c) a utilização, recrutamento ou a oferta de crianças para a realização para a realização de atividades ilícitas, em particular a produção e o tráfico de entorpencentes, tais com definidos nos tratados internacionais pertinentes; e,
d) o trabalho que, por sua natureza ou pelas condições em que é realizado, é suscetível de prejudicar a saúde, a segurança ou a moral das crianças.” 

Quando clamamos que a revolução do pais se dá através da educação, devemos pensar em uma maneira de proporcionar uma oportunidade para que nossas crianças vão à escola bem alimentadas, descansadas e livres de qualquer preocupação que diga respeito ao “mundo dos adultos”.

TRABALHO INFANTIL É TRABALHO ESCRAVO E ILEGAL, DENUNCIE:

Conselho Tutelar
Procure o endereço do Conselho Tutelar do seu munícipio no Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (Sipia), do Ministério da Justiça.
Faça sua consulta em http://www.mj.gov.br/sipia/frmMapeamentoConsulta.aspx
A busca deve ser feita por UF, Munícipio, Tipo: Conselho Tutelar.

Delegacia Regional do Trabalho
Entre em contato com a Delegacia do Trabalho da sua região.
As seguintes DRTs oferecem o serviço “Denúncias On-line”: AL, AM, AP, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PR, RJ, RN, RO, RS, SC.

Secretaria de Assistência Social
Procure a Secretaria de Assistência ou Desenvolvimento Social no seu município, pela qual pode ter acesso à comissão local do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e à coordenação do Peti.

Ministério Público do Trabalho
Faça sua denúncia on-line: http://www.mpt.gov.br/denuncie.html
Ou acesse www.mpt.gov.br/trab_inf

Lista das Procuradorias Regionais do Trabalho: http://www.mpt.gov.br/institucional/prts/index.html

OUTROS LINKS IMPORTANTES
Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil
Fóruns Estaduais de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil
Organização Internacional do Trabalho