Fuckin’ funny

•março 7, 2010 • Deixe um comentário

Horóscopo em várias culturas.

•setembro 28, 2008 • 1 Comentário

Eu tava lendo o blog da Ju hoje, e tá mto legal o post sobre os horóscopo, que ela escreveu.
Inclusive eu gostaria de mencionar que o fato de ela ter inciado o texto com a frase do tipo “não acredito muito em hsróscopo” ou variações do mesmo gênero, é bem indicativa do contrário….. joking!
Bem, eu adoro horóscopo, não achei nenhuma explicação racinonal pra acreditar, mas como a justificativa empírica é forte, ou seja, eu sou o protótipo do meu signo, me sinto autorizada a dar um pouquinho de crédito a toda essa história.

Ademais, como eu sempre digo: há os que acreditam em coelhinho da páscoa, outros em Saci, alguns em deus e há ainda os que acreditam nas forças benéficas da auto regulacão dos mercados, pois bem, me deixem com o meu horóscopo, que já se provou bem mais confiável e democrático do que o resto das crenças.

Outro ponto favorável a esse notável arcabouço de conhecimento exotérico é que versões dos “signos” existem em quase todas as culturas – orientais e ocidentais – dá pra acreditar nisso??? O mais sugestivo é que as datas que correspondem aos “signos” guardam características similares em todas essas culturas, diga-se: cigana, ocidental, chinesa, japonesa, nórdica, etc. Isso quando se observa a mesma sistematização de datas. Claro que o horóscopo chinês, baseado num sistema anual não pode ser comparado com o nosso horóscopo mensal, que divide o ano em 12 signos, mas esse pode ser comparado a sistemas parecidos, como o cigano, por exemplo. Bom, chega de teses acerca do tema – o que me deixa feliz é que se eu consigo tecer comentários convincentes acerca dos signos, tenho uma esperança de conseguir redigir meu TCC.

Então, voltando à queridíssima Ju, ela postou no blog dela o signo dela no horóscopo viking, druida e japonês, e eu tb vou fazer isso aqui, as características deles são bem parecidas, mais uma vez tenho subsídios para considerar a sabedoria exotérica mais confiável do que as teses do mercado livre e até do que o papai noel.

Aí vai:

Horóscopo Viking

Sábado: Deusas do Destino Nornes –Urd, Verdandi e Skuld
Deusas do Destino Nornes –Urd, Verdandi e Skuld

Deusas Nornes – Urd, Verdandi e Skuld: este dia é governado pelas Nornes. As Nornes são um clã de deuses da mitologia nórdica. A sua função é controlar a sorte, o azar e a providência. Elas também zelam pelo cumprimento e conservação das leis que regem as realidades dos homens, dos deuses, dos elfos/duendes, dos anões, dos dragões e de todos os seres míticos. Vivem protegidas por um dos ramos da árvore Yggdrasil, junto a um lago. O clã possuí apenas três integrantes, todas entidades femininas que a saber são:Urd, Verdandi e Skuld. Elas e representam o passado, o presente e o futuro, respectivamente. Urd é a guardiã do passado e é representada por uma criatura humana de idade extremamente avançada. Dentro de suas obrigações está guardar os mistérios do passado e não fornecer as chaves dos segredos antigos. Verdandi era encarregada do presente. É representada na forma de uma mãe e tudo que acontece é tecido por seus pensamentos. Ela representa o movimento, a continuidade. Skuld é a guardiã do futuro. Ela é representada na forma de uma virgem. Profecias e adivinhações estão relacionadas à ela. Skuld detém o controle de uma das maiores forças do universo: o Destino. As três têm poder sobre o destino. Os nascidos nesse dia têm muita sorte.

Obs: Tá, esse aí tá bem forçado, quem me dera se eu conseguisse prever o fururo, meu deus, já tinha ganho pelo menos a rifa da formatura da faculdade…

Horóscopo Druida

Sua Árvore é:
Cajueiro

CAJUEIRO
22 a 31 de março e 24 de setembro a 3 de outubro
Os nativos de cajueiro são sensíveis e afetivos, têm enorme capacidade de amar e de fazer sacrifícios para ajudar os outros. Ao redor deles sempre há uma atmosfera de magia, que fascina. Sutis e intuitivos, percebem as coisas no ar e detectam o que está para acontecer antes de todo mundo. São também generosos no amor.

Obs: muito auto-complacente e bonzinho demais, e de novo esse história de antever o futuro, será q só eu não me dei conta disso ainda

Horóscopo Japonês

Cachorro
Inu

Características Gerais do Signo
O nativo do Ano do Cachorro é o signo que se faz amar naturalmente. Afinal, quem resiste a um cãozinho balançando o rabo? Principalmente, quando é honesto, inteligente e leal. No geral, são muito atraentes e vigorosos, e não conseguem ignorar um pedido de socorro de quem quer que seja. Às vezes protegem os interesses alheios mais ferozmente que seus próprios interesses. Um nativo do Ano do Cachorro raramente abandona o lar, e quando o faz, é por que as coisas realmente vão mal.

Obs: esse é o mais legal, afinal, quam não quer sem honesto, inteligente, leal e atraente???

Descubram os seus, até mesmo aqueles que “não acreditam em signos”, ninguém precisa saber…

Eu já sabia!!!

•setembro 22, 2008 • 1 Comentário

Faz cerca de um ano que eu digo e repito que o ex-metalúrgico abusado elege quem ele quiser. Tá fazendo a campanha da Marta bombar em SP, todos os candidatos a prefeito do país querem sair bem na foto, isto é, tirar uma lasquinha do troféu que é o nosso presidente.

Nas eleições pra presidente e governadores, em 2010, não vai ser diferente. Claro que a torcida do Flamengo, do Corinthians e do Gremio já se deram conta disso. Mas tem sempre os incrédulos que preferem não ver, não pq esteja difícil, mas porque preferem negar a realidade. A verdade é que se se pode atribur a alguma pessoa, atualmente, qualidades de um fenômeno, que me perdoem os Ronaldinhos, mas o Lula deixou-os pra trás há tempos.

Governo do presidente Lula atinge melhor avaliação desde 1998, diz CNT/Sensus

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GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou em setembro deste ano a melhor avaliação positiva na história da pesquisa CNT/Sensus, realizada desde 1998. Segundo a pesquisa divulgada hoje, o governo Lula recebeu avaliação positiva de 68,8% dos entrevistados, contra 6,8% que o avaliaram negativamente. Entre os entrevistados, 23,2% avaliaram o governo Lula como regular.

Na última edição da pesquisa CNT/Sensus, em abril deste ano, a avaliação positiva do governo era de 57,5% –um crescimento de mais de dez pontos percentuais. A avaliação negativa foi de 11,3% em abril, enquanto a regular chegou a 29,6%. Em janeiro de 2003, a avaliação do governo chegou a 56,6%, depois registrou queda. Mas voltou a crescer desde o início deste ano, já em seu segundo mandato.

A avaliação pessoal do presidente Lula também subiu de 69,3% para 77,7% entre abril e setembro deste ano. Somente 16,6% desaprovaram o presidente, enquanto 5,7% não responderam. Os índices de popularidade de Lula só perderam, em setembro de 2008, para as avaliações de sua popularidade registradas em 2003 –o ano em que foi empossado no cargo– quando obteve 83,6% de aprovação.

O diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, disse que a popularidade recorde do governo Lula é conseqüência de políticas adotadas nas áreas econômica e social. “Isso repousa na economia e na redução dos problemas sociais, estabilidade econômica, poder de compra e salário mínimo. Se criou uma estabilidade no campo econômico validada com a presença do vice-presidente José Alencar no governo, que é empresário”, afirmou Guedes.

Na avaliação do diretor do Sensus, a popularidade do presidente Lula mostra que ele se tornou o maior cabo eleitoral do país. “Ele é o grande cabo eleitoral, tem força de transferência de voto, mas o candidato tem que ser palatável politicamente”, afirmou.

A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 15 e 17 de setembro em 136 municípios de 24 Estados. Foram ouvidas 2.000 pessoas A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou menos

Quebrando paradigmas!

•setembro 17, 2008 • 1 Comentário

NEM TODA A MULHER NASCEU PRA SER MãE

NEM TODO O LADRãO E INSENSíVEL

Ladrão de carro encontra criança dormindo no

banco traseiro

Bandido avisou a polícia sobre o local onde deixaria o automóvel

Atualizada às 09h17min

Depois de furtar um carro nesta madrugada em Passo Fundo, no norte do Estado, um ladrão percebeu que uma criança dormia no banco traseiro e ligou para a Brigada Militar informando onde abandonaria o carro. O automóvel foi encontrado com o menino de cinco anos ainda dormindo. A mãe e seu companheiro estavam em um bar. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) da cidade e será investigado pela 2ª DP.

Por volta das 2h, o bandido levou um Monza azul ano 1983 que estava estacionado próximo do número 897 da Avenida Brasil, no centro de Passo Fundo. Minutos depois, percebeu a criança dormindo no banco de trás. Ligou para o 190 e informou que deixaria o carro na Rua 7 de Agosto, 488, no bairro Operário. Segundo o oficial do 3º Regimento de Polícia Montada que atendeu a ocorrência, o ladrão teria reclamado da irresponsabilidade do casal.

Quando a Brigada Militar encontrou o Monza, o garoto ainda estava dormindo. Como o carro estava com documentos vencidos, acabou sendo guinchado. A criança foi levada para a DPPA, junto com a mãe e seu companheiro, encontrados em um bar no Centro. O plantão do Conselho Tutelar da Microrregião 2 foi acionado.

Na delegacia, foi registrada ocorrência de furto. Conforme o plantonista da DPPA, o menino foi embora com a mãe, mas ela deveria se apresentar às 10h no Conselho. Contatada pela reportagem às 7h, a plantonista do Conselho preferiu não falar sobre o caso. Disse que seria tratado pela coordenação ao longo do dia.

O ladrão não foi encontrado. O caso foi encaminhado para a 2ª DP de Passo Fundo.

Meu “ídolo”!!!

•setembro 11, 2008 • Deixe um comentário

Nunca tive, nem nunca gostei dessa história de ídolos, nem na adolescência, quando as paredes do quarto da minha irmã era tomadas de pôsteres do New Kids on the Block, eu abri uma exceção. Na verdade,  sempre achei aquilo tudo bem ridículo, principalmente no dia em que o meu pai mandou ela tirar tudo da parede porque precisavam pintar o quarto!

Falando em pai, abri uma exceção nessa coisa de ídolos sim, meu pai é nosso grande exemplo, um ídolo, eu diria.

Agora, depois de “velha” tenho alguns ídolos. Nessa idade a idolatria não exige gritos frenéticos e tribos seguidoras do mesmo modelo, mas o reconhecimento de conhecimento, inteligência sensibilidade  e humildade acima da média.

Claro que me identifico com as idéias dos meus ídolos, alguns deles são professores da universidade, outros são pessoas com quem falo durante os dias, que dizem coisas de maneira simples, mas com um significado imenso.

Se há algo na idolatria que foge totalmente das explicações racionais, existe também razões de fato por que admiramos uma pessoa.

Então vou falar de um cara que eu admiro muito, é o Ministro da Suprema Corte Argentina, (o que equivaleria ao Ministro do STF no Brasil) Raul Eugênio Zaffaroni. É um dos juristas e doutrinadores penais que me acompanhou por toda a faculdade de Direito, e vai continuar eternamente comigo. Foi me apresentado por outro grande Ídolo, o Professor de Penal, vulgo Tupi.

Por certo não vou abarrotar o blog com teorias penais, como o garantismo ou o finalismo (ecaaaaaaaaaaa), mas vou transcrever aqui uma entrevista que o Zaffaroni deu ao jornal Estado de São Paulo. Na entrevista, dentre outros assuntos ele aborda os temas da redução da maioridade penal, da lei da anistia e a questão das algemas.

Não existe nada mais instrutivo do que ler algo escrito – ou falado – por alguém que REALMENTE SABE DO QUE ESTÁ FALANDO, porque estudou pra adquirir as informações e o conhecimento.

O mais admirável, porém, é que, quanto mais se sabe sobre o que se está falando, mais é possível simplificar e democratizar o discurso.

Sem mais delongas, transcrevo a entrevista do Ministro Prof. Zaffaroni.

OBS: cumpre informar que, além do time de futebol, os argentinos têm um ministro do Supremo que põe o nosso no bolso!!!

Ministro da Suprema Corte argentina critica onda punitiva

Quanto mais descemos na escala social, mais repressivo fica o discurso. A afirmação é do ministro Eugenio Raúl Zaffaroni, da Suprema Corte da Argentina, ao criticar a onda punitivista que cresce em todo o mundo. Em entrevista concedida à Folha de S.Paulo, publicada neste domingo (7/9), o ministro aponta que a orientação punitiva no Direito Penal é um equívoco.

Segundo ele, querem criminalizar toda a adolescência. Zaffaroni afirma que misturar meninos e adultos nas cadeias só resultará em um coisa: “teremos mais meninos violados”. E acrescenta: “Não sei se não me tornaria um assassino se tivesse que viver em uma cadeia”.

O ministro participou de seminário no Instituto Brasileiro de Ciência Criminais, o IBCCrim, ocasião em que concedeu entrevista à Folha. O texto é assinado pela jornalista Flávia Marreiro. Recentemente, Zaffaroni também participou de evento do Instituto Carioca de Criminologia, ocasião em que criticou o excesso de prisões cautelares.

Zaffaroni, que votou pelo fim da anistia para crimes na ditadura militar, também falou à Folha sobre o uso de algemas. Ele explicou que as garantias sempre avançam porque o poder punitivo atinge um VIP, mas que “o poder punitivo não dá direito a expor ninguém com algemas”. Para ele, não pode haver VIPs e não VIPs.

Ainda na entrevista, Zaffaroni falou da discussão no Brasil a respeito da imprescritibilidade do crime de tortura, defendeu que os governos esquerdistas de Bolívia e Equador, que preparam novas Constituições, são parte da “segunda onda de alargamento da cidadania” na região. De acordo com ele, a primeira veio com o varguismo e o peronismo.

Leia entrevista concedida à Folha de S.Paulo

No Brasil, setores do governo defendem o fim da lei anistia. Mas críticos dizem que revogá-la é decisão política revanchista

Eugênio Raúl Zaffaroni — As decisões são jurídicas. Se só se trata de julgar fatos políticos, não tem sentido. Mas, se houve crimes de lesa humanidade, nenhum país do mundo pode fazer-se de desentendido sem violar o direito internacional. Nossos países assinaram tratados internacionais do tema.

Bolívia e Equador preparam Constituições muito mais detalhistas que as atuais, com diretrizes de política econômica, por exemplo. São esses textos um acertado produto de seu tempo ou Cartas excessivamente políticas fadadas a não ter aplicabilidade?

Zaffaroni — Toda lei é fruto de um momento político, é resultado de uma experiência. A experiência, neste caso, é a maneira como foram eludidas as garantias estabelecidas pelas Constituições anteriores. Nós na América Latina temos uma característica que não podemos negar. Somos povos não muito acostumados ao respeito às instituições.

Por que motivo?

Zaffaroni — porque, à diferença dos países europeus, as nossas leis muitas vezes reconheceram direitos inscritos em leis que não resultaram de lutas. Pegamos a Constituição dos EUA, arrumamos alguma coisa e pronto. Quando fizemos nossas Cartas de Repúblicas, tínhamos uma realidade quase feudal. Depois, a nossa cidadania foi se alargando no curso do século 20 por meio dos populismos. E o que são? Movimentos populares, às vezes contraditórios, às vezes autoritários, muitas vezes personalistas, mas que alargaram a cidadania. Perón na Argentina, Vargas no Brasil. As instituições não nascem com a lógica que os juristas queriam. Nascem como a política quer. Estamos numa segunda onda de alargamento da cidadania depois de sofrer as conseqüências de uma onda contrária, assassina, genocida nos anos 90. É o momento de pensar como institucionalizar alguns pontos, mas com a consciência de que a desconfiança de nossos povos com as Constituições não é gratuita. Quanto à questão de política econômica, ela deve ser orientada constitucionalmente , para evitar o que sofremos em vários países na década passada.

Com a criminalidade como um problema grave na região, cresce o clamor por mais punição, pela diminuição da maioridade penal. O sr. é crítico das duas coisas?

Zaffaroni — A vitimização tem uma distribuição tão injusta como a criminalização. Na medida em que eu posso pagar segurança pessoal, faço. Então vamos deteriorando as polícias e o mau serviço fica para os mais pobres. Quando fazemos pesquisas, vemos que, quanto mais descemos na escala social, mais repressivo fica o discurso, porque têm a experiência da violência. Vitimizados e criminalizados são pobres, além da polícia. Os policiais vêm dos extratos baixos, vão para a rua ganhando pouco, numa estrutura militarizada sem direito a sindicalização. São alvos ambulantes. Seus direitos são tão violados quanto os dois primeiros grupos. A idéia é: matem-se entre si. O controle social age aí. A quem interessa controlar mais? Aos mais jovens. Criminalidade não é coisa de velhos. O Estado mata os velhos de outro jeito, tira a Previdência social. Querem criminalizar toda a adolescência. É verdade que temos adolescentes assassinos, mas a maioria é de autores de furtos e roubos, crimes contra a propriedade. Misturem meninos e adultos nas cadeias e teremos mais meninos violados. Causará surpresa se se tornam assassinos? Não sei se não me tornaria assassino. Depois, há uma grande incoerência. Se quisermos que uma pessoa seja responsável criminalmente aos 14 anos, por que não civilmente? Para assinar um contrato? Ou votar? Ou escolher a opção sexual. Não, nada disso. Só penalmente.

Como teórico da seletividade do sistema penal, como vê o debate no Brasil gerado pelo uso de algemas em banqueiros e políticos?

ZaffaroniAs garantias sempre avançam porque o poder punitivo atinge um VIP. Essas prisões servem para dizer: olha, essa sociedade é igualitária. Embora o VIP que cai no sistema penal seja aquele que perdeu a luta de poder contra outro VIP. O poder punitivo não dá direito a expor ninguém com algemas, mas neste caso não pode haver VIPs e não VIPs.

Revista Consultor Jurídico, 7 de setembro de 2008

Eu tenho que escrever…

•julho 23, 2008 • 1 Comentário

“Piiii and the city”…countdown!!!

•maio 21, 2008 • 2 Comentários

 

Depois de as meninas terem sua estréia em Londres, com várias críticas que se referiam, basicamente aos trajes que elas usavam, foram para Israel, onde não faltou polêmica também.

Ao que parece os israelenses têm problemas com a palavra “sexo”, por isso a empresa que divulga o filme por lá, não permitiu que no nome do filme constasse o vocábulo “sex”.

Eu, no meu ateísmo, acho isso uma besteira, mas não tenho noção do que essa palavra pode causar num israelense.

Só acho que não existe  nome pro filme que não  inclua a palavra sexo.

… and the city é que nem piu-piu sem Frajola…

Falta 15 dias pra estréia de SEX AND THE CITY no Brasil, eu e a Nê vamos!!!!